Redução do nanismo e da má nutrição crónica entre prioridades de Angola

21 novembro 2014

Representante do Ministério da Saúde está a participar, na Itália, da maior cimeira internacional sobre nutrição no século 21; governo quer reduzir indíce de desnutrição para menos de 5%.

Leda Letra, enviada especial da Rádio ONU a Roma.*

Angola está a participar do debate de alto nível sobre má nutrição, falta de vitaminas e obesidade, no âmbito da Segunda Conferência Internacional sobre Nutrição. A cimeira a decorrer em Roma será encerrada esta sexta-feira.

Na capital da Itália, a Rádio ONU entrevistou a responsável pelo setor de nutrição do Ministério da Saúde angolano. Maria Tati disse que o país enfrenta desafios em duas frentes.

Fardos

“A subnutrição, principalmente em crianças menores de cinco anos. Mas também não estamos fora do excesso de peso, que é também um problema que afeta a nós. Neste momento estamos com os dois fardos. Queremos reduzir a malnutrição crónica para menos de 5% e reduzir o nanismo. No índice atual nós temos 29% para o nanismo e 15%  para a malnutrição crónica.”

Mari Tati revelou que entre as prioridades do plano de ação sobre nutrição, liderado pelo presidente da República, está aumentar o aconselhamento a nível das comunidades, em especial na forma como as crianças devem ser alimentadas.

Agricultura Local

Neste sentido, foi lançado um folheto sobre alimentação infantil e outro projeto inclui a promoção da compra de alimentos agrícolas produzidos localmente.

A Segunda Conferência Internacional sobre Nutrição é uma iniciativa da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, e Organização Mundial da Saúde, OMS.

*Apoio Institucional: FAO/Roma.

 

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