PMA envia equipe de logística e telecomunicações para Iraque
BR

30 outubro 2014

Grupo vai ajudar nas operações de emergência para garantir entrega de assistência humanitária no país; representante da agência disse que “é importante não só entregar comida mas que isso seja feito o mais rápido possível”.

Edgard Júnior, da Rádio ONU em Nova York.

O Programa Mundial de Alimentação, PMA, enviou uma equipe de 10 especialistas em telecomunicações e logística para o Iraque.

O grupo, conhecido pela sigla ETC, vai ajudar nas operações de emergência para garantir a entrega de assistência humanitária no país.

Rápida e Eficaz

A representante do PMA no Iraque, Jane Pearce, afirmou que “no momento em que o país sofre com um conflito, uma rede de logística e de coordenação sólida possibilita a entrega de ajuda àqueles que necessitam e da forma mais rápida e eficaz possível”.

A equipe do PMA já ajudou mais de 1,8 milhão de pessoas deslocadas em operações de entrega de suprimentos humanitários.

Para que isso seja feito de maneira segura, os especialistas montam uma rede de internet e de serviços de rádio na região que são usados por todas as organizações parceiras na entrega do material.

Neste momento, os especialistas estão montando três redes nas cidades de Erbil, Dohuk e Sulaymaniya.

O PMA já prestou assistência a mais de 1 milhão de deslocados no Iraque, desde o início da crise em Mossul, em junho. Antes disso, a agência da ONU já tinha ajudado a 240 mil deslocados na província de Al Anbar e 215 mil refugiados sírios que buscaram abrigo no território iraquiano.

Cidades

O representante especial do secretário-geral para o Iraque, Nickolay Mladenov, saudou esta quinta-feira a liberação de duas cidades iraquianas que estavam sob o controle do Isil, Jurf al-Sakhr e Zumar.

Mladenov disse que iraquianos de várias outras cidades e vilarejos estão lutando para defender suas casas do controle dos terroristas.

Ele afirmou que a população de Dhuluhiya tem resistido “heroicamente” ao Estado islâmico e deve receber apoio imediato.

Segundo o representante especial, as operações aéreas militares de reforço internacionais e iraquianas devem ser realizadas com extrema cautela para evitar a morte de civis.

Mladenov pediu que o governo do Iraque investigue e leve à justiça todos os responsáveis por violações dos direitos humanos.

 

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