Cimeira do Clima: estudante brasileiro apela por mudanças de gestão
BR

23 setembro 2014

João Pedro Eboli, de 13 anos, foi o único jovem da América Latina selecionado por ONG para acompanhar a conferência em Nova York; enviado da ONU para a Juventude quer mundo mais sustentável.

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York. 

Um estudante brasileiro de 13 anos foi um dos vencedores de um concurso da ONG Climate Reality Report e pode enviar uma mensagem para os líderes mundiais reunidos na sede da ONU para a Cimeira do Clima.

Trechos do vídeo gravado por João Pedro Eboli foram apresentados na abertura da conferência nesta terça-feira, em Nova York. O estudante, que cursa a 8ª série em Porto Alegre, contou à Rádio ONU que é apaixonado pela causa do meio ambiente.

Vontade

João Pedro Eboli quer mais ação dos jovens e dos chefes de Estado e de governo para o combate ao aumento da temperatura do planeta. 

“Gostaria que os líderes tivessem força de vontade, que realmente se preocupassem com isto porque é uma questão muito importante. A juventude sempre está ligada às mudanças. Então eu acho que é importante a geração de hoje em dia, além de ir nos protestos pedir por mais educação e saúde, pedir também por mudanças na gestão de questões climáticas, porque eu acho que isto é muito importante para a gente realmente ter mudanças sérias. E a juventude sempre está ligada nisto, então que continue assim e até com mais força.”

João Pedro Eboli diz que colabora com ações na própria escola onde estuda, pedindo aos colegas para assinar petições sobre causas ligadas ao meio ambiente.

Futuro

A Rádio ONU também ouviu o enviado do secretário-geral para Juventude. Ahmad Alhendawi acredita que os jovens são os que mais sofrem com os impactos da mudança climática.

Alhendawi explicou que as crianças e as gerações futuras vão pagar o preço de um planeta insustentável. O enviado da ONU para a Juventude destacou que muitos desastres naturais são causados pela mudança climática. Alhendawi lembrou que os cidadãos são consumidores e eleitores, por isso têm poder de influenciar indústrias e governos para que a mudança ocorra.

 

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