ONU quer promover ciência pouco conhecida por trás do DNA

21 janeiro 2014

Ao lançar o Ano Internacional da Cristalografia, Ban Ki-moon fala sobre 100 anos de importantes avanços; cidade brasileira de Campinas irá receber conferência sobre o tema em setembro. 

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova Iorque.*

Por trás da estrutura do DNA, da memória dos computadores e do desenvolvimento de novos medicamentos, está uma ciência pouco conhecida: a cristalografia.

Para aumentar o conhecimento da população mundial sobre o tema, as Nações Unidas lançaram esta segunda-feira o Ano Internacional da Cristalografia.

100 Anos

Ao longo de 2014, serão realizadas três conferências: a primeira no Paquistão, em abril; a outra na cidade brasileira de Campinas, em setembro e a última, em outubro, na África do Sul.

Segundo as Nações Unidas, os encontros vão servir de plataforma para a troca de informações entre representantes de países e cientistas, com o objetivo de ajudar no desenvolvimento de pesquisas sobre a cristalografia.

Em mensagem sobre o Ano Internacional da Cristalografia, o Secretário-Geral Ban Ki-moon destacou que a ciência completa 100 anos de “avanços inovadores”.

Produtos

Ban explicou que a cristalografia é importante para o desenvolvimento sustentável. Em Paris, onde fica a sede da Unesco, está a ser promovido um evento de dois dias sobre a importância desta ciência em nações emergentes.

A cristalografia estuda a composição e a estrutura dos cristais. Os especialistas aplicam a tecnologia para modificar uma estrutura e assim descobrir, por exemplo, como as proteínas são criadas nas células.

Segundo a ONU, a cristalografia é usada também em vários setores da indústria, incluindo na produção de alimentos, automóveis, cosméticos, computadores e medicamentos. Um outro exemplo é a produção de monitores com telas de cristal líquido.

*Apresentação: Denise Costa.

 

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