No Quénia, chefe do FMI diz que quer aprender com dinâmica económica

6 janeiro 2014

Até quarta-feira, diretora-geral está no país considerado "ponto brilhante" na economia global; previsões de crescimento rondam os 6% até finais de 2014.

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

A diretora geral do Fundo Monetário Internacional, FMI, visita até a próxima quarta-feira o Quénia para manter contactos com políticos e outros representantes do país africano.

A deslocação faz parte do périplo pela África Subsaariana, que também levou Christine Lagarde a países como Costa do Marfim, Malaui, Níger, Nigéria e África do Sul.

Economia

A responsável destacou o posicionamento queniano como uma das economias mais dinâmicas da região que tem sido um ponto brilhante na economia global.

O desempenho coloca os quenianos como nação que tem emergido como uma das “economias de fronteira” no continente. O órgão já citou o país como ponto de forte atividade doméstica onde se prevê um crescimento em torno dos 6% até finais deste ano.

Investimento Externo

Em Nairobi, Lagarde deve reunir-se com o presidente queniano, Uhuru Kenyatta, e os membros do seu gabinete. Os encontros incluem ainda parlamentares, representantes de organizações femininas, da sociedade civil além do setor privado.

O Quénia registou um aumento de fluxos de investimento estrangeiro, tidos como impulsionadores do mercado de ações, no que permitiu uma acumulação sustentada de reservas internacionais.

Com a descoberta de recursos como o petróleo e a confirmação da existência de aquíferos no norte, o órgão prevê que haja um forte impacto sobre a vida das futuras gerações.

 

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