Concurso estimula jornalistas a contribuir para melhorar a saúde em Moçambique

31 dezembro 2013

Iniciativa vai eleger os trabalhos da imprensa escrita, rádio, televisão e fotojornalismo; mentores incluem Unicef, Fnuap, OMS e o Sindicato Nacional de Jornalistas.

Ouri Pota, da Rádio ONU em Maputo.*

Sob o lema “Jornalistas Contribuindo para a Melhoria de Saúde em Moçambique”, as autoridades moçambicanas lançaram um concurso com o apoio de agências das Nações Unidas.

A iniciativa, divulgada esta segunda-feira, envolve o Fundo da ONU para a Infância, Unicef, o Fundo das Nações Unidas para a População, Unfpa, e a Organização Mundial da Saúde, OMS.

Temas

O director Nacional da Saúde Pública, Francisco Mbofana disse que o objectivo do prémio é reconhecer o jornalismo de alta qualidade na área da saúde e estimular o jornalismo investigativo para melhorar a vida ao nível da comunidade.

O prémio abrange as áreas de promoção da saúde e desenvolvimento na comunidade, prevenção e tratamento de doenças comuns, saúde reprodutiva, saúde da criança e outros temas de saúde pública.

O primeiro classificado em cada categoria terá cerca de US$ 2,5 mil, o equivalente a 75 mil meticais. O segundo classificado recebe cerca de US$ 1 mil e US$ 4 mil ao considerado “melhor dos melhores trabalhos”.

Participantes

As regras prevêem que os jornalistas e os freelancers elegíveis contactem o Ministério da Saúde, Departamento de Promoção da Saúde, DeProS, com vista a obter informações mais detalhadas.

Um júri independente deve avaliar os trabalhos submetidos com a presença do Unicef e de outras organizações.

Desde 1993, o prémio é anualmente atribuído pelo Ministério da Saúde para reconhecer o trabalho dos melhores jornalistas na área da saúde.

*Apresentação: Eleutério Guevane.

 

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