Guebuza: “Cplp muito longe de integração económica”

27 setembro 2013

Presidente moçambicano defende que condição é uma maior união regional de Portugal, do Brasil e das nações africanas lusófonas nas suas próprias regiões.

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

O presidente moçambicano disse que uma integração regional dos membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, Cplp, depende da união dos seus integrantes dentro das próprias regiões.

Armando Guebuza respondia a uma questão da Rádio ONU, em Nova Iorque, sobre as perspetivas de uma aliança económica do bloco de oito nações,  no qual Moçambique assume liderança rotativa.

Reforço

“Estamos muito distantes, em termos económicos, para falar de integração económica. A via para a integração económica na Cplp pode ser manifestada através do reforço de Portugal na Europa porque está lá, o reforço o Brasil por via de Mercosul, onde está. No nosso caso,  acelerarmos os processos de integração continental e, já fazemos  isso através dos processos de integração regional que já estão em curso e estão a avançar no nosso continente.

No ano passado, a Cplp aprovou uma estratégia de luta contra a fome no bloco em parceria com Fundo da ONU para Agricultura e Alimentação, FAO. O Objetivo é aliviar aos mais de 28 milhões de pessoas afetadas pela carência alimentar e pela pobreza nos países-membros.

O Fórum Macau, um grupo que detém relações de cooperação com países de língua portuguesa, movimentou US$ 117 mil milhões no comércio com os integrantes da Cplp em 2011 e 2012.

 

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