Na RD Congo, Thabo Mbeki examina fluxos financeiros ilícitos

26 agosto 2013

Antigo líder sul-africano dirige painel que integra membros da Comissão Económica para África  e da Comissão da União Africana; continente perde, atualmente, pelo menos US$ 50 mil milhões devido ao fenómeno.

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

O antigo presidente da África do Sul, Thabo Mbeki, lidera uma missão que, a partir desta segunda-feira,  examina a questão de fluxos financeiros ilícitos originados na República Democrática do Congo, RD Congo.

Estimativas referem que África perde atualmente pelo menos US$ 50 mil milhões anuais devido aos fluxos financeiros ilícitos. O montante supera ao da ajuda pública para o desenvolvimento.

Governantes

Em Kinshasa, o grupo deve discutir a complexidade do tipo de movimentos, os fatores impulsionadores e os esforços para reverter o problema. O presidente congolês Joseph Kabila, vários governantes e a sociedade civil devem ser abordados no âmbito da deslocação.

Mbeki dirige a comitiva como líder do Painel de Alto Nível da Comissão Económica para África, ECA, e a Comissão da União Africana sobre os fluxos financeiros ilícitos.

A ECA destaca que a visita faz parte da ronda por sete nações para estudos de caso com vista a chegar até à raíz dos fluxos monetários ilícitos a partir de África. O Objetivo é avançar recomendações para deter e reparar os danos causados pelo fenómeno.

 

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