FAO destaca baixo custo de técnica de mapeamento florestal no Uganda

13 agosto 2013

Agência apoiou a instalação de tecnologia que inclui sensores remotos para disponibilizar informação florestal via satélite; custo das licenças de programas informáticos era principal fator inibidor do acesso.

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

Uma nova tecnologia vai permitir a criação de mapas e de estatísticas de cobertura de terras no Uganda, disse a Organização da ONU para Agricultura e Alimentação, FAO. A ferramenta é tida como uma via económica para melhorar a qualidade da vigilância florestal.

A agência refere que graças a um investimento inicial em torno de US$ 20 mil, as autoridades devem passar a monitorizar o tipo de recursos e a decidir sobre políticas de investimento a longo prazo.

Degradação

As novas tecnologias de mapeamento também devem ajudar a prevenir as mudanças florestais acidentais, a degradação das funções produtivas e a proteção dos recursos.

A FAO indica que a gestão do setor foi muitas vezes dificultada pela falta de dados confiáveis, num país onde as florestas e os seus produtos são importantes para a subsistência de várias comunidades.

Imagens

Técnicos da Autoridade Florestal Nacional do Uganda foram treinados para usar o conjunto de ferramentas, que consistem no processamento de imagens de código aberto. 

Através de sensores remotos será garantido o acesso gratuito à informação do satélite para produzir dados da área. Conforme a agência, a tarefa era anteriormente impossível devido ao custo das licenças de programas informáticos, que rondam as dezenas de milhares de dólares.

Prevê-se que o Relatório de Avaliação Global sobre Recursos Florestais da FAO de 2015 inclua os dados gerados através da nova tecnologia implementada no país africano.

 

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