Crianças africanas abordam contributo para mitigar desastres naturais

23 maio 2013

Na ONU, Etiópia e do Lesoto partilharam as suas experiências sobre o tema; menores querem tema incluído na preparação de currículos escolares.

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque. 

As crianças devem ser ouvidas na elaboração de planos para mitigar riscos de calamidades naturais, uma matéria que “deve ser integrada na preparação nos currículos escolares.”

A proposta foi feita na Plataforma Global para a Redução do Risco de Desastres, que decorre, em Genebra. Os participantes ao evento referiram que a consciencialização também deve ser alargada a crianças fora das escolas.

Etiópia e Lesoto

Nesta quinta-feira, menores da Etiópia e do Lesoto partilharam as suas experiências sobre o tema, tendo sido destaca a necessidade destes virem a desempenhar um papel crucial na redução do risco de desastres.

Na ocasião também intervieram menores do Japão, do Vietname, do Camboja, da Noruega e do Reino Unido para uma audiência de adultos a representar governos, doadores e organizações internacionais.

Uma menor do Lesoto apresentou o que chamou de lacunas de protecção da criança antes, durante e depois dos desastres, tendo encorajado os outros países a adoptar abordagens semelhantes à do país africano.

Condições

O representante japonês no encontro falou do período pós -terramoto e o maremoto de 2011, tendo pedido que não se repitam as crises exacerbadas pela falta de segurança com instalações públicas construídas em locais seguros

As crianças disseram que as suas escolas devem desempenhar um papel na vida pessoal e académica, ao pedir que a redução do risco de calamidades integre os currículos escolares para reduzir danos e as perdas.

Proteger

Há dois anos, foi aprovada a Carta das Crianças para a Redução do Risco de Desastres com prioridades para menores envolvidas em desastres. O documento foi concebido pelas próprias crianças.

Entre outros, o documento menciona o direito de acesso a escolas seguras e de uma educação contínua além da  proteção antes, durante e depois de desastres.

 

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