Exclusiva: José Ramos Horta

9 maio 2013

O representante especial do Secretário-Geral para a Guiné-Bissau disse que um Governo de inclusão com um presidente conciliador podem ser os primeiros passos para “uma nação com potencial para vir a ser um exemplo africano de desenvolvimento.”

Nesta entrevista à Rádio ONU, em Nova Iorque, Ramos Horta disse que a organização não tem papel direto na questão de detenção do antigo almirante Bubo Na Tchuto, acusado de tráfico de drogas pelos EUA. Entretanto, referiu que a ação “é um aviso para todos na região que o crime não compensa.”

Além do tráfico de drogas, o representante aborda a reorganização da administração pública guineense com um mandato do Conselho de Segurança, após eleições que prevê que sejam realizadas em novembro.

O Brasil foi referido como parceiro a ter em conta pela “experiência sólida de peso mundial”. Ramos Horta disse que o país demonstra disponibilidade de apoiar à Guiné-Bissau, como parte da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, Cplp.

Acompanhe a entrevista a Eleutério Guevane.