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Mary Robinson quer mais do que “assistir ao conflito” na RD Congo

Mary Robinson quer mais do que “assistir ao conflito” na RD Congo

No Conselho de Securança, enviada especial do Secretário-Geral para a Região dos Grandes Lagos abordou a primeira deslocação à região.

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

A enviada especial do Secretário-Geral para a Região dos Grandes Lagos Mary Robinson, disse haver razões para prever o sucesso do Quadro de Paz, Segurança e Cooperação para o leste da República Democrática do Congo.

Num informe ao Conselho de Segurança, a antiga presidente irlandesa disse que a crença era importante para que se faça mais do que assistir às consequências do conflito, resolvendo as suas causas mais profundas.

Implementação

O relatório, apresentado em videoconferência, foi feito depois da sua primeira deslocação à região, concluída no fim de semana, com vista a discutir a implementação do documento assinado em fevereiro.

A visita incluiu as cidades de Kinshasa e Goma na República Democrática do Congo, bem como o Ruanda, o Uganda, o Burundi e a África do Sul. Nos locais, Robinson disse o assunto foi abordado com líderes dos países no âmbito da visita.

Garantias

Apesar de reconhecer que há garantias de que o novo acordo para a paz venha a ter sucessos, a enviada ressaltou que deve haver certezas de que uma falha resultaria em consequências graves.

Robinson acrescentou que o sucesso vai exigir uma série de ações concertadas de forma “ séria e sustentadas, a nível nacional, regional e internacional.”