Operações militares e campos minados continuam a barrar ajuda no Mali

12 abril 2013

Nações Unidas dizem que situação alimentar nas regiões de Timbuktu, Gao e Kidal é crítica apenas; somente um quarto do apelo de US$ 410 milhões foram recebidos.

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova Iorque.

O Escritório da ONU para Assistência Humanitária, Ocha, lembrou que o acesso de várias agências ao norte do Mali continua difícil devido às operações militares e à presença de campos minados.

A agência alertou para o que considera “deterioração” da situação humana no norte. De acordo com o Ocha, o agravamento segue-se à fraca resposta ao apelo de socorro às vítimas do conflito entre tropas do governo e rebeldes islamitas.

Recursos

Apenas um quarto dos  US$ 410 milhões  solicitados foram entregues. Um porta-voz do Ocha, Jens Laerk, disse que a ONU decidiu alocar US$ 16 milhões através do Fundo Central de Resposta de Emergência devido à falta de recursos.

O montante deve ser aplicado nas áreas da saúde, nutrição, proteção e higiene. Os projetos de saneamento básico e de água potável, abrigo e educação também são contemplados com o valor.

Estação Magra

O Ocha deve realizar as ações nos próximos seis meses numa época em que o país transita para a chamada “estação magra”, marcada pela  escassez de alimentos. A situação alimentar nas regiões de Timbuktu, Gao e Kidal é tida como a mais crítica.

 

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