África do Sul aumenta em cinco anos esperança de vida de pacientes de HIV

28 fevereiro 2013

Onusida refere que apenas 28% das crianças recebe tratamento em todo o planeta; mais de 8 milhões de pessoas estariam a ser tratadas.

Edgard Júnior, da Rádio ONU em Nova Iorque. *

A África do Sul aumentou em cinco anos a expectativa de vida para os seropositivos, indicou o diretor-executivo do Programa Conjunto sobre HIV/Sida, Onusida.

Num discurso no Conselho de Direitos Humanos, em Genebra, Michel Sidibé, afirmou, esta quinta-feira, que a doença mata 1,7 milhão de pessoas, anualmente, por falta de acesso ao tratamento no mundo.

Bebés

Apesar de progressos, o representante alertou que apenas 28% das crianças contaminadas com o HIV recebem tratamento. Segundo referiu, nos países pobres, ao contrário dos ricos, bebés continuam a nascer infetados com o vírus.

Sidibé anunciou que mais mais verbas estão a ser concedidas para o combate ao HIV, referiu-se ao cumprimento das promessas de doação e a rápidas descobertas científicas.

Tratamento

Entre os factos relativos à evolução no combate à infeção, destacou o facto de o tratamento ter aumentado para mais de 8 milhões de pessoas até o fim de 2011.

O Sida é a segunda maior causa de morte entre as mulheres jovens em todo o mundo, quando o Onusida reafirmou a luta contra o preconceito, a discriminação, a exclusão e a criminalização.

Para Sidibé, acabar com o Sida é um legado dos direitos humanos para todos, numa vitória que deve inspirar a sociedade civil, os governos e parceiros a lidar com outros desafios complexos do século 21.

*Apresentação: Eleutério Guevane.

 

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