Banco Mundial reavalia danos causados pelas cheias em Moçambique

12 fevereiro 2013

Instituição pretende saber como aplicar o fundo de US$ 50 milhões para apoio às vítimas das cheias; em Janeiro, o país também recebeu crédito de US$ 700 milhões para os próximos dois anos.

Manuel Matola, da Rádio ONU em Maputo.*

O Conselho de Administração do Banco Mundial anunciou, esta segunda-feira, que fará uma avaliação exaustiva das necessidades de Moçambique na sequência das cheias.

A informação foi avançada pelo diretor executivo no conselho de administração do órgão, Denny Kalyalya. O representante conclui, esta terça-feira, uma visita ao país.

Vítimas

Pelo menos 105 pessoas morreram e mais de 200 mil foram atingidas pelo fenómeno, segundo dados do governo moçambicano.

Em Janeiro, o vice-presidente regional do Banco Mundial para África, Makhtar Diop, anunciou um fundo de US$ 50 milhões para apoiar as vítimas além da criação de uma linha de crédito de US$ 700 milhões para os próximos dois anos.

Linha de Crédito

Falando aos jornalistas, Denny Kalyalya disse que uma equipa composta por nove diretores do conselho de administração do Banco Mundial vai deslocar-se a Maputo, no próximo dia 20, para apurar as carências do país face à catástrofe.

Segundo o responsável, “há uma equipa que já está a caminho de Maputo para fazer o levantamento dos danos causados pela chuva e o tipo de resposta que o Banco Mundial vai dar”.

Verbas

O Banco Mundial pretende também saber como serão aplicadas as verbas recentemente anunciadas pela instituição financeira a favor do país.

Moçambique faz parte da Constituência do Grupo de países Africanos que integram o Banco Mundial. A última visita de representantes deste conselho de administração da instituição foi feita em 1995.

*Apresentação: Eleutério Guevane.

 

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