Unodc apela ao isolamento de líderes e financiadores da pirataria

26 novembro 2012

Chefe do Escritório da ONU sobre Drogas e Crime esteve nas Seicheles, Quénia e Somália; Yury Fedotov quer evitar adesão de jovens na pirataria.

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova Iorque. 

O chefe do Escritório da ONU sobre Drogas e Crime, Unodc, terminou uma visita às Ilhas Seicheles, ao Quénia, à Somália e às Ilhas Maurícias, onde tratou de esforços para combater a pirataria.

Em encontros com chefes de Estado e ministros, Yury Fedotov ressaltou a necessidade de extinguir “grupos criminosos, identificar e isolar líderes e financiadores da pirataria e acabar com a transferência de fundos por meio de políticas coordenadas e de controlo de fronteiras”.

Complexidade

O chefe do Unodc diz reconhecer que não há pirataria sem piratas. Pelo facto, apelou a um forte compromisso dos líderes comunitários na Somália para evitar que jovens sequestrem navios.

A missão de 10 dias de Yuri Fetodov à África Oriental teve em vista ampliar conhecimentos sobre a natureza da pirataria e a resposta do Unodc ao crime.

Investimentos

Nos últimos quatro anos, a agência da ONU investiu US$ 55 milhões no Programa Anti-Pirataria, que visa a cooperação regional para julgamentos justos e prisão segura de piratas, particularmente na Somália.

Nas Ilhas Maurícias, uma parceria do Unodc com o governo e a Interpol promove a formação para análise de inteligência relativamente aos casos de pirataria no país.

*Apresentação: Eleutério Guevane.

 

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