Ban Ki-moon chama atenção para implicações humanitárias das armas químicas

1 outubro 2012

Secretário-Geral falou no âmbito da celebração do 15º. aniversário da Convenção e da Organização para a Proibição de Armas Químicas; todos os países lusófonos já aderiram ao tratado, à exceção de Angola.

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

 O Secretário-Geral da ONU pediu aos países que ainda não assinaram a Convenção de Proibição de Armas Químicas que o façam com urgência. Falando, nesta segunda-feira, em Nova Iorque, Ban Ki-moon  lançou o apelo às autoridades de vários Estados, incluindo Angola.

Além do país de lingua portuguesa, o Secretário-Geral mencionou a República Democrática do Congo, o Egipto, a Somália, o Sudão do Sul e a Síria.

Preocupações

As implicações humanitárias das armas químicas também foram referidas no pronunciamento, ao lado das já “conhecidas preocupações de segurança.”

Ban apelou para a necessidade de trabalho conjunto, com vista à eliminação dos engenhos em benefício dos povos.

Armas

O discurso foi feito num evento que marcou o 15º. aniversário da Convenção e da Organização para a Proibição de Armas Químicas. De acordo com a ONU, 188 países já aderiram ao tratado.

Ban refere que a eliminação de três quartos dos estoques mundiais de armas químicas “reflete a dedicação e o compromisso dos Estados Partes.”

Desafio

O Secretário-Geral pediu aos países para olhar para os desafios atuais e futuros, tendo acrescentado que a verificação da eliminação de estoques de armas químicas está próxima do fim.

Para Ban, o momento é de celebração das realizações da Convenção e para impedir o ressurgimento e a proliferação das armas químicas.

 

♦ Receba atualizações diretamente no seu email - Assine aqui a newsletter da ONU News
♦ Baixe o aplicativo/aplicação para - iOS ou Android
♦ Assista aos vídeos no Youtube e ouça a rádio no Soundcloud