Moçambique pede retorno à ordem constitucional na Guiné-Bissau
BR

29 setembro 2012

Em discurso na Assembleia Geral, ministro dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Oldemiro Balói, fez declaração em nome da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, Cplp.

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

Moçambique afirmou, neste sábado, que “continua comprometido com a busca de uma solução viável para o retorno da ordem constitucional na Guiné-Bissau.”

O país do oeste africano sofreu um golpe de Estado em 12 de abril, que depôs o presidente interino, o primeiro-ministro e o governo guineenses.

Libertação Nacional

A declaração foi feita, durante o discurso na Assembleia Geral da ONU, pelo ministro moçambicano dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Oldemiro Balói.

“O povo da Guiné-Bissau clama por paz, estabilidade e progresso. O povo da Guiné-Bissau quer ser dono do seu próprio destino. Foi para tudo isto que travou a luta de libertação nacional, que culminou com a independência cujo 39º aniversário foi celebrado no dia 24 de setembro.”

Moçambique está ocupando a presidência rotativa da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, Cplp, desde julho.

Harmonização

Segundo o ministro Balói, os esforços em busca de uma solução para a crise na Guiné-Bissau devem ser feitos através do diálogo interno e da harmonização da intervenção da comunidade internacional.

O ministro falou neste sábado, o penúltimo dia dos debates na Assembleia Geral, em Nova York.

Na segunda, com discursos de Angola e Portugal deve ser encerrada a participação dos países lusófonos na reunião.

 

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