No Dia Mundial da Raiva, FAO alerta que doença mata 55 mil por ano
BR

28 setembro 2012

A maioria das vítimas é da África e da Ásia; OMS quer erradicar a raiva em todos os países da América Latina até 2015.

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

 A cada ano, 55 mil pessoas morrem depois de terem contraído raiva, segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO.

No Dia Mundial da Raiva, neste 28 de setembro, a agência destaca que 95% das vítimas estão na Ásia e na África. Na maioria dos casos, a raiva é transmitida por mordidas de cachorros infectados. O vírus afeta o sistema nervoso central da vítima e é fatal em quase 100% dos casos.

Indonésia

A FAO diz ainda que 3 bilhões de asiáticos e africanos estão ameaçados de contrair raiva por meio de cachorros com a doença. A China e a Índia, juntas, tem mais de um terço dos casos mundiais.

Na Indonésia, a FAO e o governo fizeram juntos uma campanha de vacinação, que alcançou 70% dos cachorros da capital, Bali. A agência da ONU ressalta o sucesso da medida, que levou a uma queda de 90% no número de mortes pela doença.

A FAO lembra que nem só os humanos contraem a raiva e destaca casos diários de gado que morrem na América Latina, depois de serem atacados por morcegos.

A Organização Mundial da Saúde, OMS, tem uma meta para a região: eliminar a raiva em humanos e cachorros em todos os países da América Latina até 2015.

 

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