Emerson Fittipaldi pede mais consciência a motoristas no trânsito
BR

25 setembro 2012

Acompanhando a presidente Dilma Rousseff, piloto teve encontro nesta manhã com o Secretário-Geral, Ban Ki-moon; ele é o rosto de uma campanha para a redução de acidentes nas estradas.

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, recebeu na manhã desta terça-feira o piloto Emerson Fittipaldi. Ele acompanhou a presidente Dilma Rousseff na reunião, que destacou a importância de reduzir os acidentes nas estradas. Dilma citou o tema no discurso dela na Assembleia Geral.

Fittipaldi será o rosto de uma nova campanha do Governo Brasileiro e da Federação Internacional do Automobilismo, FIA, para diminuir as mortes no trânsito.

Novo Legado

Nesta entrevista à Rádio ONU, em Nova York, o piloto destacou a importância dos motoristas serem mais conscientes na hora de dirigir.

 “O Brasil tem um índice de fatalidades incrível. No ano passado, foram 46 mil pessoas que morreram, mais de 500 mil feridos hospitalizados. Se nós trabalharmos bem nos próximos anos, eu acho que nós conseguimos deixar um novo legado para o Brasil em termos de segurança de trânsito, um novo legado de consciência de trânsito. Porque o brasileiro precisa ter uma cultura de consciência de trânsito. E com o apoio da FIA, onde nós vamos coletar informações de todo o mundo, o Brasil pode ser um líder nesse movimento.”

Vídeo

Na próxima semana, entra no ar nas tevês brasileiras uma campanha gravada pelo campeão de Fórmula 1. Fittipaldi diz que a mensagem é clara: ruas e estradas não são lugar para correr.

“Mas o mais importante é que nós brasileiros façamos uma união de consciência de trânsito, desde as escolas primárias até motoristas de caminhão, motoboys. A consciência de quando se pilota um carro, olhar no espelho, dar sinal de pisca-pisca, respeitar os outros, conviver em respeito ao outro carro, ao outro motorista. Porque no Brasil também ao invés de se ter esse convívio, é sempre uma disputa. O conselho final é: quem quer correr, vai para uma pista, vai para um autódromo, que é muito mais seguro”.

Emerson Fittipaldi considera ainda um trauma tantos jovens, “que poderiam fazer o Brasil crescer”, morrerem em acidentes de trânsito.

 

 

 

 

 

 

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