Onusida e Luxemburgo discutem combate à crise no Sahel

19 setembro 2012

Vulnerabilidade das Pessoas que vivem com o HIV foi abordada juntamente com a instabilidade política, a seca, a pobreza e a alta no preço dos alimentos; crise afeta milhões de pessoas em oito países.

Camilo Malheiros Freire, da Rádio ONU em Nova Iorque.*

Numa sessão especial sobre a crise humanitária do Sahel, o Luxemburgo manifestou apoio ao Programa Conjunto da ONU sobre o HIV/Sida, Onusida, com vista a aliviar a tragédia que assola a região.

Um encontro realizado no país, reuniu políticos e representantes de cerca de 90 organizações humanitárias internacionais.

Vulneráveis

Ao abrir a sessão, o diretor do Onusida, Michel Sidibé, também originário do Mali, que faz parte da região africana, disse que a crise devasta a sua terra natal, afetando seriamente a sua comunidade, amigos e familiares.

O Onusida lembrou que as pessoas vivendo com HIV são particularmente vulneráveis à atual crise humanitária provocada pela instabilidade política, seca, pobreza e aumento de preços alimentares.

Vulnerabilidade

A situação resultou em altos níveis de desnutrição e afeta milhões de pessoas em oito países da região compreendida entre o Chade e o Senegal.

A reunião abordou a insegurança alimentar e a instabilidade política. Para o Onusida, a crise humanitária tem semelhanças com o impacto e a propagação do vírus que pode provocar a Sida pelo impacto político e social.

*Apresentação: Eleutério Guevane.

 

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