Cólera não mostra sinais de abrandamento na Serra Leoa, diz OMS

11 setembro 2012

Agência anuncia registo de mais de 250 mortes dos mais de 16,3 mil casos; capital Freetown lidera no número de óbitos e detém mais de 60 %  das infeções.

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

A Organização Mundial da Saúde, OMS, alertou que o  surto de cólera na Serra Leoa não mostra sinais de abrandamento.

Dados da atualização feita esta segunda-feira, em Genebra,  apontam para   mais de 250 mortes dos mais de 16,3 mil casos registados. A capital Freetown lidera no número de óbitos e detém mais de 60 % dos novas infeções.

Novos Dados

A agência anunciou igualmente o estabelecimento de um centro de controlo de cólera, tendo prometido revelar novos dados nos próximos três dias.

De acordo com agências humanitárias, mais de 1 mil pessoas já morreram devido à doença na África Ocidental, onde chuvas e inundações  ameaçam criar condições para o alastramento rápido.

Evolução Rápida

Na região já foram notificados mais de 55 mil casos da cólera, que evolui  rapidamente nos países da Bacia do Rio Mano, que inclui a Guiné-Conacri, a  Libéria e a Serra Leoa.

A cólera também se espalha ao longo do Rio Congo, afetando pessoas tanto na República do Congo, na República Democrática do Congo e no oeste do  Níger.

 

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