Em Angola, ONU promete ações para acabar com desigualdade de género

17 agosto 2012

Organização indica haver um longo o caminho a percorrer para a emancipação total da mulher; pelo menos seis em cada 10 adultos vivendo com o  HIV no continente africano são mulheres.

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

As Nações Unidas em Angola consideraram haver um longo caminho a percorrer com vista à emancipação total das mulheres.

A coordenadora residente da organização no país, Maria Ribeiro do Valle, prometeu continuar a trabalhar para eliminar as desigualdades de género e todas as formas de injustiça social e económica contra mulheres e raparigas africanas.

Cargos de Decisão

As declarações foram feitas num encontro de mulheres em cargos de decisão realizado recentemente, em Luanda,  para discutir formas de fazer frente à violência de género no país e o combate ao vírus que pode provocar a Sida.

O evento, ocorrido na Assembleia Nacional angolana, juntou governantes, parlamentares, membros de Ongs e representantes do público. Um outro propósito foi subscrever à “Chamada para a Ação de Harare”, assinada na capital zimbabueana em Maio deste ano.

Saúde Sexual 

O documento é uma ação concertada com vista à saúde das mulheres do continente, com foco específico sobre a saúde sexual e reprodutiva e para os seus direitos no contexto do HIV.

Mais de seis em cada 10 dos adultos vivendo com o vírus  no continente são mulheres, aponta o Programa Conjunto da ONU para o combate ao HIV/Sida, Onusida.

A agência indica que na África Subsaariana, as jovens com idades entre 15 e 24 anos são até oito vezes mais propensas a viver com o HIV em relação aos homens.

 

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