Crise alimentar está iminente no nordeste do Quénia, indica Ocha

27 julho 2012

Famílias mais pobres devem sofrer crise de insegurança alimentar até meados de Outubro; Nações Unidas doam US$ 6,1 milhões para aumentar a resistência das populações.

[caption id="attachment_210964" align="alignleft" width="350" caption="Crise de insegurança alimentar"]

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

Chuvas  abaixo do normal ameaçam minar os esforços de recuperação das comunidades quenianas da fome a partir de Agosto, indica o Escritório da ONU para Assistência Humanitária, Ocha.

Prevê-se que as famílias mais pobres no nordeste do país sejam as mais afetadas pela seca, que até meados de Outubro deve ditar uma crise de insegurança alimentar.

Apoios

As Nações Unidas aprovaram a concessão de US$ 6,1 milhões para um projeto que visa aumentar a resistência das comunidades fronteiriças de Turkana.

O montante é libertado quando se assinala o primeiro ano da declaração da fome em áreas da Somália e de seca no nordeste do Quénia.

O Escritório indica que a prioridade é estimular projetos de resposta ao fenómeno, com base no apoio a atividades que criem maior resistência à fome e apoiem à subsistência das populações.

 

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