Cedaw e ONU Mulheres em parceria contra violência a mulher em conflitos
BR

26 julho 2012

Comissão para Eliminação de Todas as Formas de Discriminação a Mulheres uniu-se à entidade para promover a proteção de mulheres em zonas de guerra e pós-guerra.

[caption id="attachment_210139" align="alignleft" width="350" caption="Cedaw quer proteção de mulheres em zonas de guerra e pós-guerra"]

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

Duas agências das Nações Unidas firmaram uma parceria para combater a violência à mulher em zonas de conflito e pós-conflito.

A iniciativa com a ONU Mulheres foi anunciada pela presidente da Comissão para Eliminação de Todas as Formas de Discriminação a Mulheres, Cedaw.

Implementação

O comitê, um dos 10 do Conselho de Direitos Humanos, recomenda políticas de proteção ao direito feminino e acompanha a implementação dessas medidas pelos países.

Este ano, a Cedaw completou três décadas de existência. A professora Silvia Pimentel, presidente da Cedaw, falou à Rádio ONU sobre a situação de mulheres vítimas da violência em guerras.

“O nível, a quantidade de violações, estupros sexuais em relação às meninas e mulheres é muito grande nestas guerras também, que a gente acompanha muito lá na África entre tribos. O sexo das mulheres, a violação do sexo das mulheres é usada como arma de guerra. O corpo da mulher é onde fica marcado o poder do inimigo.”

Conselho de Segurança

O tema sobre a situação de mulheres em meio a conflitos armados foi debatido pelo Conselho de Segurança em 2009.

O órgão aprovou a resolução 1888 que prevê a proteção de meninas e mulheres de estupros ou outros atos de violência sexual durante conflitos.

Segundo especialistas, os atos são, muitas vezes, praticados como “táticas de guerra.”

 

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