OMS cita desafios para cumprir metas de tratamento de Pessoas Vivendo com o HIV

21 maio 2012

OMS refere impacto do corte de financiamentos para atingir Objetivos de Desenvolvimento do Milênio; Assembleia Mundial da Saúde teve início, esta segunda-feira, em Genebra.

[caption id="attachment_210130" align="alignleft" width="350" caption="Margaret Chan"]

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

Não será possível garantir que o tratamento antirretroviral chegue a 15 milhões de pessoas a viver com HIV/Sida até 2015, anunciou a Organização Mundial da Saúde, OMS.

A agência indica como principal factor o declínio do apoio de doadores e governos pelo facto de estarem a enfrentar sérias dificuldades financeiras.

Assembleia Mundial

Falando esta segunda-feira no início da sessão anual da Assembleia Mundial da Saúde, em Genebra, a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, alertou para o perigo do corte de apoios para doenças como HIV/Sida.

Chan frisou que a OMS apoia o desenvolvimento de inovações nos cuidados de saúde de baixo custo para a prestação de cuidados primários, especialmente nos países desenvolvidos.

Intensa Pressão

Segundo defendeu, os doadores estão sob intensa pressão interna para demonstrar que os fundos de assistência ao desenvolvimento são investidos de forma sábia.

Chan indicou que o mundo está em melhor posição de sempre para enfrentar a epidemia, mas alertou para o que chamou “tendência extremamente perigosa” de medir a saúde por valores monetários.

Em tempos de dificuldades financeiras, Chan considerou importante evitar novas infecções pelo vírus que pode provocar a Sida.

 

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