Após assassinato de jornalista no México, ONU quer medidas de proteção
BR

1 maio 2012

Escritório de Direitos Humanos alarmado com a morte de Regina Martinez; mais de 70 profissionais da imprensa foram assassinados desde 2000.

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

A alta-comissária de Direitos Humanos da ONU afirmou, nesta terça-feira, estar “alarmada” com o assassinato da jornalista Regina Martinez. Ela foi morta no México no fim de semana.

Em nota, Navi Pillay condena o crime e afirma estar preocupada com a “tendência perturbadora” de assassinatos de profissionais de imprensa. Mais de 70 jornalistas foram mortos no México desde 2000.

Medidas

Em Genebra, o porta-voz de Pillay, Rupert Colville, explicou que o órgão pede investigação independente para o caso.

Segundo Rupert Colville, a alta-comissária insta o governo do país a implementar imediatamente medidas para proteção de jornalistas.

Nesse sentido, a alta-comissária elogiou duas leis que foram aprovadas no México nessa segunda-feira: o Ato Geral de Vítimas e a Lei para a Proteção de Defensores dos Direitos Humanos e Jornalistas.

Pillay afirmou que as leis  “representam um passo significativo nos esforços em proteger” profissionais da mídia e ativistas.

 

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