ONU apoia iniciativa de assistência alimentar com senhas electrónicas no Zimbabué

1 maio 2012

Projeto de senhas eletrónicas apoia mais de 800 mil pessoas que vivem com o HIV; dados oficiais indicam que cerca de 1,2 milhões de zimbabueanos comnvivem com o vírus que pode provocar a Sida.

[caption id="attachment_215280" align="alignleft" width="350" caption="Foto: Onusida"]

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

Um projeto de senhas eletrónicas para apoiar famílias zimbabueanas com pessoas vivendo com HIV foi elogiado pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/Sida, Onusida.

Mais de 800 mil pessoas recebem uma mistura reforçada altamente nutritiva com farinha de milho, proteína de soja e micronutrientes, graças à intervenção que envolve senhas eletrónicas.

Insegurança

Os beneficiários são doentes crónicos e afetados pela insegurança alimentar, vivendo com HIV. Na maioria, são residentes na capital, Harare, e em Bulawayo.

O valor da senha depende do tamanho da família. Uma vez apresentado o cartão eletrónico, o atendente da loja seleccionada acede a dados disponíveis numa base eletrónica para verificar a ração para o mês de abastecimento.

Supermercados

A distribuição contempla ainda artigos como o petróleo e grãos. A iniciativa é apoiada pelo Programa Mundial da Alimentação,  PMA, através de Ongs colaboradoras e dos Ministérios da Saúde e da Criança.

Dados oficiais indicam que 14,3% de adultos, equivalente a cerca de 1,2 milhões de pessoas, vivem com o HIV no Zimbabué. Destes, cerca de 150 mil são crianças.

 

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