Senador diz que países lusófonos precisam de “Plano Marshall” para Educação
BR

23 abril 2012

Em entrevista à Rádio ONU, Cristovam Buarque afirma que deve haver mais investimentos na formação de crianças e jovens e pede intercâmbio de professores entre os países que falam português.

[caption id="attachment_210236" align="alignleft" width="350" caption="Foto: World Bank"]

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

As oito nações que falam português deveriam promover um investimento maciço em educação no âmbito da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, Cplp.

A opinião é do senador brasileiro, Cristovam Buarque, do PDT do Distrito Federal. Nesta entrevista à Rádio ONU, antes de participar de uma reunião na sede em Nova York, sobre língua portuguesa, o senador disse que é preciso implementar um “Plano Marshall”.

Reajuste Salarial

“Eu venho defendendo já há muitos anos, que a gente precisa de um Plano Marshall para a Educação. Os Estados Unidos fizeram um Plano Marshall para recuperar a indústria europeia e conseguiu recuperar a economia do continente depois da (Segunda) Guerra. Nós precisamos fazer um plano internacional que invista em educação. Por exemplo, o reajuste salarial dos professores de todos os países de língua portuguesa. Um grande acordo que inclusive possa trocar os professores de um país para outro.”

Cristovam Buarque afirmou que a Cplp deve promover ainda mais integração entre os povos que falam português. Segundo ele, a promoção do idioma e as melhorias na educação incluindo um maior trânsito de livros devem beneficiar as populações lusófonas.

Além da reunião na ONU, o senador brasileiro participou de um encontro sobre o combate à pobreza no Brasil, organizado na Universidade de Brown, em Providence, onde falou de uma das criações de seu mandato, enquanto governador do Distrito Federal, o programa de geração de renda, Bolsa Escola.

 

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