Conselho de Segurança condena rapto de diplomatas no Mali

10 abril 2012

Desaparecimento de pessoal diplomático argelino e trabalhadores humanitários deu-se na vila de Gao, no  leste do país.

[caption id="attachment_207882" align="alignleft" width="350" caption="Conselho de Segurança"]

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

O Conselho de Segurança condenou a violência e a onda de saques no Mali. Em comunicado, o órgão cita o rapto de diplomatas argelinos e o sequestro de trabalhadores humanitários na cidade de Gao, no leste do país.

Nesta segunda-feira, o  Conselho pediu a libertação imediata de todos os sequestrados, o fim da violência e renovou o seu apelo a todas as partes do Mali para a busca de uma solução pacífica através do diálogo político.

Rebeldes

O país está mergulhado numa crise após militares rebeldes terem  tomado o poder pela força em finas do mês passado. Após a ação dos militares, várias cidades do norte foram tomadas pelos rebeldes Tuareg e seus aliados.

O antigo presidente Amadou Toumani Touré renunciou formalmente ao cargo como parte de um acordo facilitado pela Comunidade dos Países da África Ocidental, Cedeao.

Extremistas

O aumento da ameaça terrorista devido à presença, entre os rebeldes, de membros da Al Qaeda no Magrebe Islâmico e extremistas no norte, foi considerado “profundamente preocupante” pelos membros do Conselho.

Os Estados-membros do órgão também manifestaram preocupação com a rápida deterioração da situação humanitária no país da África Ocidental.

 

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