ONU quer apoiar redução de disparidades em Moçambique

3 abril 2012

Em entrevista à Rádio ONU, Coordenadora Residente das Nações Unidas no país refere que o futuro do país de expressão portuguesa é encarado com otimismo e oportunidades.

[caption id="attachment_213510" align="alignleft" width="350" caption="Foto: World Bank"]

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

Reduzir as disparidades nas áreas social, económica e de governação é vital para o desenvolvimento de Moçambique, defendeu a Coordenadora Residente das Nações Unidas no país, Jennifer Topping.

Em entrevista ao jornalista Amâncio Miguel, de Maputo, a representante revelou que encara a situação do país de forma positiva, referindo que a visão socioeconómica de Moçambique tem muitas oportunidades para o futuro.

Oportunidades

“A base dessa visão é um país que mudou muito recentemente – de um conflito, numa situação de pobreza absoluta alastrada e uma situação de disparidades no acesso aos serviços e uma grande parte sem acesso. A nossa visão é baseada na necessidade de reduzir a pobreza e continuar a desenvolver a parte social, mas olhando para o futuro com muito otimismo e oportunidades”, disse.

Topping, que está a pouco mais de um ano em Moçambique, apontou que as últimas duas décadas são marcadas por melhorias nas áreas sociais. Ela citou  a extensão da cobertura da rede escolar, o acesso à  educação básica e a taxa de mortalidade materna e infantil, relativamente aos serviços sociais.

A Representante das Nações Unidas apontou igualmente como desafio da organização para o triénio 2012-2015 a diminuição de complexidades administrativas.

 

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