Despistagem da tuberculose em doentes seropositivos salva 900 mil pessoas

5 março 2012

A Organização Mundial da Saúde indicou que as intervenções públicas para reduzir o número de pacientes com HIV que morrem de tiberculose foram eficazes.

[caption id="attachment_211097" align="alignleft" width="350" caption="Foto: World Bank"]

Joyce de Pina, Rádio ONU em Nova Iorque.

São cerca de 900 mil pessoas, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, OMS, que foram salvas a nível global nos últimos seis anos devido ao aumento da colaboração entre os serviços prestados a doentes com o Vírus da Imunodeficiência Adquirida, HIV, e a tuberculose.

De acordo com a organização, objetivo é proteger os que vivem com HIV da tuberculose, já que o vírus do HIV fragiliza o sistema imunitário e tornam os pacientes vulneráveis a tuberculose, sendo esta doença a principal causa da morte entre pacientes infetados pelo HIV ou com Sida.

Parceria Eficaz

Na sequência desta colaboração bem sucedida, que começou em 2004, a OMS emitiu, nesta sexta-feira, uma nova diretiva mais completa sobre prevenção comum., diagnóstico e tratamento de casos de tuberculose em pacientes com HIV.

Desde que a OMS propôs a primeira parceria, em 2004, que o número de pessoas com HIV que fizeram a despistagem da tuberculose aumentou 12 vezes, de 200 mil em 2005 para 2,3 milhões em 2010. E a despistagem do HIV em doentes com tuberculose passou de 470 mil para 2,2 milhões entre 2005 e 2010, o que significa que quintuplicou o número de testes.

 

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