Angélique Kidjo é uma das mais visíveis defensoras do fim da mutilação genital feminina

29 fevereiro 2012

A Embaixadora da Boa Vontade do Unicef deu um concerto na sede da Organização das Nações Unidas dedicado às 140 milhões de meninas e mulheres que foram submetidas a alguma forma de mutilação genital.

[caption id="attachment_212139" align="alignleft" width="350" caption="Angélique Kidjo"]

Camila Viegas-Lee, da Rádio ONU em Nova Iorque*.

Angélique Kidjo, Embaixadora da Boa Vontade do Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, deu um concerto que dedicou às meninas e mulheres que sofreram alguma forma de mutilação genital.

O concerto foi realizado esta terça-feira  na sede da Organização das Nações Unidas em Nova Iorque.

Segundo estimativas da ONU, 140 milhões de meninas e mulheres foram submetidas a alguma forma mutilação genital e pelo menos três milhões de meninas correm o risco de vir a ser vítima desta prática todos os anos.

Consequências para a Saúde

A mutilação genital tem consequências  imediatas e a longo prazo prejudiciais para a saúde das mulheres, incluindo hemorragias graves, problemas urinários, infecções, infertilidade e complicações de parto.

De acordo com Kidjo, o concerto foi uma tentativa de chamar a atenção aos que vivem nos países onde a mutilação é comum. A artista africana lembra que mutilação genital não é apenas um problema em África, mas também no Oriente Médio e na Ásia.

O concerto pode ser ouvido na íntegra no sítio www.un.org/webcast.

E para os ouvintes da Rádio ONU em português, Kidjo trauteou o tama Sina de Djavan.

*Apresentação: Joyce de Pina.

 

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