Unesco condena ataques ao centro de imprensa na cidade síria de Homs

23 fevereiro 2012

A agência das Nações Unidas responsável por defender a liberdade de imprensa voltou a emitir um comunicado relacionado com a morte de jornalistas durante a cobertura do conflito sírio; na quarta-feira outros dois profissionais morreram, vítimas dos bombardeamentos.

[caption id="attachment_204083" align="alignleft" width="350" caption="Irina Bokova "]

Joyce de Pina, da Rádio ONU em Nova Iorque.

A diretora-geral da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Irina Bokova, condenou esta quinta-feira os bombardeamentos contra um centro de imprensa improvisado na cidade síria de Homs.

Os ataques ocorreram na quarta-feira, foram perpetrados pelo exército sírio. Dois jornalistas morreram: a repórter de guerra norte-americana Marie Colvin, e o fotógrafo francês Rémi Ochlik, e várias outras pessoas ficaram feridas.

Violação da Convenção de Genebra

Irina Bokova, ainda em comunicado, pediu às autoridades sírias para respeitarem os estatutos de civis dos repórteres e zelar pelo seu bem estar. A responsável recordou que atacar jornalistas é uma contravenção aos acordos de Genebra ratificados pela Síria.

Estas duas mortes elevam para seis o número de profissionais dos média abatidos na Síria desde o início do conflito, há um ano.

 

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