Mais de 30 milhões de africanos e asiáticos vão ter acesso à energia solar

17 fevereiro 2012

Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e empresa líder do setor unem-se para instalar fonte amiga do ambiente nas casas dos mais pobres em África e na Ásia.

[caption id="attachment_211712" align="alignleft" width="350" caption="Foto: Banco Mundial"]

Joyce de Pina, da Rádio ONU em Nova Iorque.

A empresa líder no setor da energia solar, ToughStuff, comprometeu-se a fornecer energia a mais de 30 milhões de pessoas a viver na pobreza em África e na Ásia.

A promessa foi feita esta quinta-feira, no âmbito de um programa apoiado por várias organizaçôes, entre eles o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Pnud.

A empresa pretende expandir o acesso à energia solar de baixo custo, durável e acessível através de baterias a pelo menos dez países africanos, nos próximos quatro anos: Moçambique, Burundi, Côte d’Ivoire, República Democrática do Congo, Etiópia, Malauí, Mali, Sudão do Sul, Zâmbia e Zimbabué. E no continente asiático, a empresa pretende chegar ao Bangladesh, Índia, Paquistão e Nepal no mesmo período.

Querosene e biomassa

Ao passarem a adoptar energia solar, os beneficiados poderão abandonar a utilização de querosene e biomassa, o que pode representar até US$ 520 milhões em poupanças, assim como reduzir as emissões de carbono em 1,2 toneladas até 2016.

Quase metade da população mundial não tem acesso a fontes de energia modernas e mais de 20 por cento, ou seja, 1,4 mil milhões de pessoas, vive sem electricidade. A maior parte está na África sub-sahariana e na Ásia.

Estas pessoas dependem da madeira, do carvão e de querosene como fonte de energia.

 

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