Lusófono entre os premiados “Heróis da Floresta” pelas Nações Unidas

9 fevereiro 2012

Paulo Adario foi distinguido devido ao seu trabalho em prol da conservação da floresta e proteção das comunidades locais; a entrega dos prémios, esta  quinta-feira, na sede das Nações Unida em Nova Iorque, destacou ainda um casal brasileiro da indústria madeireira assassinado.

[caption id="attachment_211353" align="alignleft" width="350" caption="Foto: UN PHOTO"]

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova Iorque*.

Um ambientalista brasileiro recebeu, nesta quinta-feira em Nova Iorque, o Prémio Heróis da Floresta. A cerimónia de entrega, na sede da ONU, marcou também o encerramento do Ano Internacional das Florestas.

Paulo Adario, diretor do Greenpeace, foi o nome escolhido na América Latina para o prémio concedido por regiões. Ativistas do meio ambiente da África, da Europa, da Ásia e dos Estados Unidos também foram agraciados.

Desmatamento Zero

Paulo Adario lidera uma equipa de investigação sobre o trabalho da indústria madeireira na Floresta Amazónica. Adario é um dos defensores do programa  “desmatamento zero”.

Além de Paulo Adario, receberam o Prémio Heróis da Floresta os ativistas

Paul Nzegha Mzeka, dos Camarões; Shigeatsu Hatakeyama, do Japão; Anatoly Lebedev, da Rússia, Rhiannon Tomtishen e Madison Vorva dos Estados Unidos.

Outros dois brasileiros foram homenageados na cerimónia, José Cláudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo. O casal foi assassinado no Pará, no ano passado, depois de ter recebido ameaças de morte devido ao seu  trabalho, que envolvia a  proteção da floresta.

Mais de 25% da população mundial depende da floresta para sobreviver.

* Apresentação: Joyce de Pina

 

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