Detecção precoce de cancro pode salvar

4 fevereiro 2012

O Dia Mundial da luta contra o Cancro celebra-se a 4 de fevereiro e o tema deste ano “Juntos é possível” concentra as atenções na cooperação como forma de reduzir o número de mortes prematuras devido a esta doença.

[caption id="attachment_211097" align="alignleft" width="350" caption="Prevenção pode salvar"]

Joyce de Pina, da Rádio ONU em Nova Iorque.

Anualmente, o Dia Mundial da luta contra o Cancro celebra-se a 4 de fevereiro. A Organização Mundal da Saúde, OMS, associa-se à União Internacional Contra o Cancro e à Agência para a Pesquisa do Cancro para promover formas de reduzir o número de afetados pela doença.

“Juntos é possível” é o lema deste ano. A ideia é sublinhar que se cada um fizer o seu papel, cada pessoa, organização, governo e indivíduo, a redução do número de mortos devido ao cancro torna-se possível.

Combater Doença

Prevenir, melhorar os tratamentos e aumentar a qualidade de vida dos doentes são temas que de forma recorrente são associados à doença. Este ano, os três organismos resolveram falar de deteção precoce da doença e de vacinação.

A OMS está a promover o acesso a vacinas para prevenir infeções associadas ao cancro. Andreas Ullrich, do Departamento de Doenças Crónicas e Promoção da Saúde da OMS, explica:

As infeções causam até 20 por cento das mortes por cancro em África, quando comparado com 7 por cento em países industrializados, por exemplo, o que quer dizer, indica Ullrich,  que se podem obter bons resultados com programas de prevenção através de imunizações em África para evitar estas mortes.

Doença Tabu

O responsável da OMS acrescenta que nas manchetes dos jornais e nas conversas do dia a dia, em muitos países, é um tabu falar de cancro, uma doença que mata de forma silenciosa.

Todos os anos, contabilizam-se mais de sete milhões de mortos por ano vítimas da doença cancro no mundo inteiro.

De acordo com a OMS, e assumindo as estimativas das mudanças demográficas previstas, em especial nos países de médio e baixo rendimento, na próxima década, o número de vítimas mortais pode aumentar rapidamente nos próximos 20 anos e atingir os 11 ou 12 milhões.

 

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