Assassinos de funcionário da ONU são condenados a 56 anos de prisão
BR

1 fevereiro 2012

Silence Chirara foi morto, em 2008, quando gerenciava uma operação de ajuda alimentar para o sul do Sudão; escritório estava localizado na cidade de Lokichoggio, no noroeste do Quênia.

[caption id="attachment_210955" align="alignleft" width="350" caption="Civis recebem alimentos do PMA"]

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

O Programa Mundial de Alimentos, PMA, elogiou a sentença da Corte Suprema do Quênia contra cinco homens acusados de assassinar um empregado da agência.

Silence Chirara, do Zimbábue, trabalhava para o PMA gerenciando uma operação de ajuda alimentar para o sul do Sudão.

Pai de Família

Em nota, a chefe do PMA, Josette Sheeran, disse que a sentença, de 56 anos de prisão, não irá trazer de volta a vida do pai de família e trabalhador humanitário dedicado que era Silence.

Mas segundo ela, a justiça foi feita, e a sentença vai enviar uma mensagem importante a todos que queiram fazer mal aos agentes humanitários.

No início deste ano, o Sindicato dos Funcionários das Nações Unidas, em Nova York, prestou uma homenagem aos colegas mortos em serviço em 2011. Nesta entrevista à Rádio ONU sobre o tema, concedida antes da sentença do tribunal do Quênia, a presidente do Sindicato, Bárbara Távora-Jainchill, pediu o reforço da segurança para todos.

Lugares

“O que nós esperamos, ao lembrar as mortes de 2011, logo no início de 2012 é que o trabalho que os funcionários da ONU fazem, em todo o mundo, é um trabalho completamente necessário e único. Nós vamos a lugares aonde ninguém quer ir. E por conta disso, nós merecemos mais segurança.

De acordo como o PMA, Silence Chirara foi assassinado, em 2008, na cidade de Lokichoggio, no noroeste do Quênia, onde funcionava a base logística do PMA para o Sudão.

Atualmente, a agência atua em mais de 70 países com programas de assistência alimentar para ao menos 90 milhões de pessoas.

 

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