Quase um milhão de sudaneses do sul têm de decidir se ficam ou abandonam o norte

27 janeiro 2012

Organização Internacional para Migrações está preocupada com estatuto dos sundaneses do sul a viver no Sudão; o executivo de Cartum quer uma decisão até Abril, mas não indicou que condições oferece aos que decidirem ficar.

[caption id="attachment_210727" align="alignleft" width="350" caption="Foto: Unhcr"]

Joyce de Pina, da Rádio ONU em Nova Iorque.

O estatuto de mais de 700 mil sudaneses do sul a viver no norte, no Sudão, está por “um fio”, de acordo com a Organização Internacional para Migrações, OIM.

O Governo do Sudão, com capital em Cartum, quer que estes sudaneses do sul decidam, até dia 8 de Abril, se vão para o Sudão do Sul, país independente desde Julho do ano passado, ou se ficam no Sudão.

Falta Informação

A OIM está preocupada e pede ao governo de Cartum que adie a data limite para a decisão. Os sudaneses do sul a viver no norte não podem facilmente decidir se desconhecem que condições lhes serão oferecidas caso decidam ficar.

Ainda de acordo com a OIM, 120 mil nacionais do Sudão do Sul que já manifestaram interesse em regressar ao sul estão retidos em Cartum porque as agências humanitárias que os estavam a assistir no regresso a casa suspenderam as atividades por falta de recursos financeiros.

 

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