OMS adverte que doenças crónicas são ameaça silenciosa à saúde pública

16 janeiro 2012

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a crescente prevalência da obesidade é um sinal inequívoco dos problemas que estão para vir; mais atenção tem de ser dada a doenças crónicas como a diabetes ou alta tensão arterial.

Joyce de Pina, da Rádio ONU em Nova Iorque.

A Organização Mundial da Saúde, OMS, afirmou que a obesidade, a diabetes e alta tensão arterial são algumas das maiores ameaças à saúde pública.

De acordo com a directora-geral da OMS, Margaret Chan, só a diabetes, por exemplo, afeta quase 350 milhões de pessoas em todo o mundo. As atenções das políticas públicas, até agora, estavam concentradas na prevenção de doenças infecto-contagiosas.

Futuro

No entanto, a responsável adverte, é tempo de alterar a forma como a doença pública é vista. Os problemas crónicos, como a obesidade, deixam antever os problemas do futuro. Para Margaret Chan, é preciso mudar a mentalidade e os planos de ação:

Segundo a directora-geral, apenas dinheiro não compra melhor saúde. Boas políticas que promovem equidade funcionam melhor. Chan disse que o setor público sabe disto há anos. Mas é tentador colocar a culpa na desigualdade social enquanto a força destabilizadora  mina a segurança e derruba governos.

A Organização Mundial da Saúde faz da luta pela equidade, justiça social e imparcialidade, e das relações entre as condições sociais e resultados na área da saúde as bandeiras da organização.

Chan falava durante a abertura do encontro anual executivo da OMS em Genebra.

 

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