Unicef aposta no fim da cólera na ilha Hispaniola

11 janeiro 2012

Os representantes dos governos do Haiti e República Dominicana, que partilham a ilha de Hispaniola, e os membros da Organização Pan-Americana da Saúde pediram melhorias nos serviços de água e saneamento básico, como o primeiro passo para eliminar a doença.

[caption id="attachment_209963" align="alignleft" width="350" caption="Rapariga com cólera no Haiti"]

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova Iorque*.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, realizou, nesta quarta-feira, uma reunião em Nova Iorque para pedir o fim da epidemia de cólera no Haiti e na República Dominicana.

Participaram no evento representantes dos governos haitiano e dominicano, alguns parceiros do Unicef e especialistas da Organização Pan-Americana da Saúde, Opas, o braço regional da OMS nas Américas.

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Só no Haiti, o cólera já contaminou, pelo menos, 350 mil pessoas. Até julho, mais de 5,5 mil haviam morrido.

Segundo o Unicef, o país está a atravessar uma das piores epidemias da sua história. Como primeiro passo, o Fundo sugeriu melhorias nos serviços de água e saneamento básico do país.

Apesar do apoio da comunidade internacional para prevenir a doença, a falta de infraestruturas básicas tem complicado o controlo da epidemia. Um outro problema é o número de pessoas que ainda estão desalojadas por causa do terramoto de 2012.

*Apresentação: Joyce de Pina

 

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