Angola aposta em M’banza-kongo para património da humanidade

9 janeiro 2012

Governo angolano quer inscrever local, onde foi construída a primeira igreja ao sul do Equador, conhecida como a “cidade dos sinos”, na lista da Unesco; nomeação pode acontecer em 2013.

[caption id="attachment_209872" align="alignleft" width="350" caption="M’banza-kongo"]

Joyce de Pina, da Rádio ONU em Nova Iorque.

O governo angolano está a envidar esforços para acrescentar as ruínas de M’banza-kongo à lista do Património da Humanidade da Organização das Nações Unidas para Educação Ciência e Cultura, Unesco.

M’banza-kongo era conhecida, antes da independência angolana, como São Salvador do Congo. As ruínas situam-se num planalto no centro da cidade. Documentos indicam que a localidade era conhecida como a “cidade dos sinos”, indicando a possível existência de várias igrejas em simultâneo.

Fronteira

As ruínas estão localizadas na Província do Zaire, junto à fronteira com a República Democrática do Congo.

A perita da agência da ONU, Maria da Conceição Lopes, citada por agências de notícias, afirmou que “há grandes possibilidades de o sítio vir a ser inscrito como património”.

A especialista portuguesa acompanhou, em Angola, a convite do executivo, o projecto “M’banza-kongo – Cidade a desenterrar para preservar”, depois de, em 2010, ter visitado o local para avaliar o potencial da candidatura.

Uma delas foi considerada a primeira igreja a ser construída ao sul do Equador.

 

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