Ban Ki-moon pede mais e melhores parcerias “para bem do mundo”

3 janeiro 2012

Secretário-Geral da ONU deu início ao segundo mandato no passado dia 1; para os próximos cinco anos, Ban vai procurar a unidade, em especial entre Estados e cidadãos, e “dar mais poder às mulheres e raparigas.”

[caption id="attachment_209604" align="alignleft" width="350" caption="Ban Ki-moon em entrevista à Rádio ONU"]

Joyce de Pina, da Rádio ONU em Nova Iorque.

O Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, deu início ao seu segundo mandato no dia 1 de janeiro. Ban, de 67 anos, traçou como metas maior unidade entre Estados e cidadãos, assim como maiores e melhores parcerias para responder aos desafios do mundo.

Em entrevista à Rádio ONU em Nova Iorque, o chefe da organização indicou que uma das respostas aos grandes desafios que o planeta enfrenta passa por aumentar as parcerias. Dar o poder às mulheres e raparigas, combater a pobreza e enfrentar as alterações climáticas são algumas das formas de aumentar as parcerias.

Nada é impossível

Para Ban, nada é impossível quando se “trabalha em conjunto”. O Secretário-Geral da ONU imagina um mundo ideal se os governos trabalharem com os homens de negócio, a sociedade civil e os filantropos.

Ban deseja também que as mudanças climáticas sejam associadas à crise alimentar, escassez de água e de energia, aos assuntos relacionados com a saúde a nível gobal e ao aumento de poder das mulheres. Todos pontos interligados, considera o chefe das Nações Unidas.

Segundo mandato

As prioridades delineadas para o seu segundo mandato são as “cinco oportunidades geracionais”, como Ban lhes chama.

Na lista está: promover o desenvolvimento sustentado, prevenção de desastres naturais e crises e desastres provocados pelo ser humano, tornar o mundo um lugar mais seguro, ajudar os países e povos em transição e encorajar mais poder para as mulheres.

UN moderna

Em termos institucionais, o Secretário-Geral da ONU advoga por uma maior modernização da máquina das Naçoes Unidas de forma a permitir à organização adaptar-se às mudanças contemporâneas.

Ban Ki-moon indicou que as Nações Unidas têm de se tornar mais eficientes, efetivas, transparentes e responsáveis.

 

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