Acnur lamenta assassinato de líder de refugiados da Somália

30 dezembro 2011

O Alto Comissário da ONU para Refugiados classificou morte de “trágica”; líder vivia no maior campo de refugiados do mundo e era peça fundamental para manutenção da segurança no campo.

[caption id="attachment_209529" align="alignleft" width="350" caption="Campo de Dadaab"]

Joyce de Pina, da Rádio ONU em Nova Iorque.

O Alto Comissariado da ONU para Refugiados, Acnur, indicou em comunicado que “lamenta profundamente” o homicídio do líder somali no campo de refugiados de Dadaab, no Quénia.

O alto comissário, António Guterres, classificou o incidente de “trágico”.

Ataque fatal

A vítima era presidente da organização Paz e Segurança Comunitária no campo de Hagadera. O ataque ocorreu quinta-feira.

O líder foi baleado, várias vezes, enquanto regressava ao campo ao fim da tarde, e acabou por morrer no dia seguinte quando estava a ser transferido para Nairóbi.

Crise humanitária

Dadaab, o maior campo de refugiados do mundo, conta com mais de 460 mil residentes.

O país continua imerso numa profunda crise humanitária, uma das piores do mundo, com mais de 950 mil somalis refugiados em nações vizinhas e quase 1,5 milhão de deslocados internos.

 

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