Economista diz que Rio + 20 deve gerar parcerias para ações concretas
BR

29 dezembro 2011

Chefe de Comunicação do Departamento Econômico e Social das Nações Unidas afirmou que esta conferência, além da participação da sociedade civil, vai tratar de temas como empregos verdes e agricultura sustentável.

[caption id="attachment_209440" align="alignleft" width="350" caption="RIO +20"]

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

O Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais, Desa, que gerencia a realização da Rio + 20 está apostando em novas parcerias para projetos concretos como a criação de empregos verdes.

A afirmação é do economista e chefe de Comunicação do Desa, Nikhil Chandavarkar. Ele falou à Rádio ONU, em Nova York, a respeito dos preparativos para a realização da Conferência sobre Desenvolvimento Sustentável, marcada para junho, no Rio de Janeiro.

Participação Popular

“O que torna esta conferência concreta, em termos da realidade mundial, são sete temas, entre eles empregos verdes, agricultura e alimento sustentáveis, cidades sustentáveis, oceanos e energia. São temas que afetam o mundo inteiro. Em cada uma dessas áreas, já há muitas iniciativas acontecendo, atualmente, seria talvez uma maneira de levar a novas parcerias, novas iniciativas anunciadas no Rio.”

Nikhil Chandavarkar afirmou ainda que a diferença entre a Rio + 20 e a ECO-92, realizada também no Rio, há 20 anos, é a participação popular.

As Nações Unidas estão investindo na campanha “O Futuro que Queremos”, lançada no mês passado, em canais de redes sociais.

Nela, os usuários podem dizer a líderes internacionais o que esperam da Rio + 20 e de um futuro sustentável.

 

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