Futuro do Protocolo de Quioto permanece incerto em Durban, diz senadora
BR

6 dezembro 2011
Vanessa Grazziotin, do PC do B do Amazonas, falou à Rádio ONU, da África do Sul, sobre o ritmo das negociações entre países desenvolvidos em em desenvolvimento.
[caption id="attachment_208497" align="alignleft" width="350" caption="Participantes da conferência em Durban"]
Manuel Matola, da Rádio ONU em Durban.*
O Protocolo de Quioto, o único tratado internacional que regula a redução da emissão de gases que causam o efeito estufa, parece apresentar um futuro incerto.
A opinião é da senadora Vanessa Grazziotin, do PC do B do Amazonas, que integra a delegação do Brasil na Conferência sobre Mudança Climática, realizada em Durban, na África do Sul.
Negociadores Brasileiros
Nesta entrevista à Rádio ONU, de Durban, Vanessa Grazziotin contou que os negociadores brasileiros estão menos otimistas após alguns países industrializados terem ameaçado abandonar as negociações.
“Se países como Rússia, Austrália e Canadá não assinarem, e a gente puder, há uma possibilidade de se conseguir a prorrogação do Protocolo de Quioto, pelo menos, por um período curto até que se avance nas negociações. A outra hipótese é manter o vazio, não prorrogar o Protocolo de Quioto”, afirmou.
O futuro do tratado, que impõe metas de redução de emissões de gases que causam o efeito estufa, é o principal tema da Conferência das Nações Unidas.
Cerca de 190 delegações estão presentes ao encontro, mas até o momento, o futuro do Protocolo de Quioto permanece indefinido. Não houve consenso ou margem de negociação para renovar a primeira parte de cumprimento do tratado.

 

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