ONU lança relatório sobre perfil de jovens afrodescendentes na AL
BR

18 novembro 2011

Estudo do Fundo de População das Nações Unidas, Unfpa, revela que quase metade da juventude brasileira tem ascendência africana.

 

 

[caption id="attachment_207730" align="alignleft" width="350" caption="Unfpa quer promover debate sobre discriminação"]

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.*

 

As Nações Unidas estão lançando, nesta sexta-feira, em Salvador, na Bahia, um relatório sobre os jovens afrodescendentes na América Latina.

O estudo foi compilado pelo Fundo de População das Nações Unidas, Unfpa, e pretende promover o debate sobre as consequências da discriminação e das desigualdades enfrentadas pela juventude afrodescendente.

Exclusão

O Brasil é o país com mais jovens de ascendência africana. São mais de 22,5 milhões de pessoas ou 47,3% do total de jovens do país.

Mas segundo o Unfpa, a origem destes jovens no continente latino-americano é causa de discriminação e exclusão sócio-econômica.

Segundo o relatório “Juventude Afrodescendente na América Latina: Realidades Diversas e Direitos (des)cumpridos”, esta faixa da população tem os piores índices de saúde, educação e emprego.

A apresentação do documento, em Salvador, conta com a presença do representante das Nações Unidas no Brasil, Jorge Chediek, e de autoridades brasileiras.

*Apresentação: Leda Letra.

 

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