Nações Unidas debatem proibição do uso de bombas de fragmentação
BR

16 novembro 2011

Encontro, em Genebra, conta com delegados de mais de 100 países; relatório revela avanços de governos que decidiram banir ou destruir este tipo de armamento.

[caption id="attachment_207686" align="alignleft" width="350" caption="Bombas de fragmentação"]

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

As Nações Unidas divulgaram um relatório sobre o uso de bombas de fragmentação no mundo.

Segundo o documento, que está sendo debatido numa reunião, em Genebra, as bombas causaram mortes em pelo menos 29 países. O último a ser adicionado à lista foi a Líbia, neste ano.

Arsenais

Vários nações já começaram a destruir e proibir o uso das bombas de fragmentação, também conhecidas como bombas-cacho.

Ao todo, 111 países já aderiram ao tratado que proíbe o armamento. Mesmo assim, as bombas continuam ativas em 69 nações.

De acordo com a Coalizão Munição de Fragmentação, 12 países destruíram seus arsenais. Os Estados Unidos e outros membros da ONU estão tentando obter um protocolo que permita o uso, a produção, o comércio e o armazenamento das bombas.

A maioria das nações já firmou e ratificou a Convenção sobre Munições de Fragmentação, de 2008, que proíbe o uso deste tipo de arma.

 

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