Embaixador diz que crise econômica em 2008 teria sido pior sem a OMC
BR

3 novembro 2011

Roberto Azevêdo, representante do Brasil junto à Organização Mundial do Comércio, em Genebra, afirmou que organização convenceu países ricos a não lançar mão de medidas protecionistas para sair da recessão.

 

 

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

 O embaixador do Brasil junto à Organização Mundial do Comércio, OMC, Roberto Azevêdo, elogiou o papel da agência no gerenciamento da crise econômica global de 2008.

Nesta entrevista à Rádio ONU, de Genebra, sobre a Reunião Ministerial da OMC, marcada para dezembro, Azevêdo citou as medidas da agência como a causa para a contenção de países que poderiam usar o protecionismo para responder à crise.

Fórum de Debate

“Não houve isso, em boa medida, porque as disciplinas da OMC estavam presentes. Isso ajudou muito a conter o ímpeto protecionista de setores internos em vários países. E nesse aspecto apenas, a OMC já desempenhou um papel muito importante. Além disso, deste papel de monitoramento e controle, a OMC oferece também um fórum para discussões e debates.”

O embaixador brasileiro está se preparando para a Reunião Ministerial da OMC que deve debater o futuro da organização.

Segundo Azevêdo, o impasse da Rodada de Doha é um dos temas do encontro. A rodada, que prevê a fexibilização das regras comerciais, começou há mais de 10 anos, mas não pode ser concluída, em grande parte, por causa de divergências entre países desenvolvidos e em desenvolvimento.

 

 

 

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