Especialista diz que crise global leva a aumento de problemas de saúde
BR

27 outubro 2011

Luiz Odorico Monteiro de Andrade afirma que redução de postos de trabalho e salários são algumas das causas de sintomas psicossomáticos.

[caption id="attachment_206838" align="alignleft" width="350" caption="Foto: OMS "]

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.*

A crise financeira global e a pressão sobre economias nacionais estão levando a um aumento de problemas psicológicos.

A opinião é do secretário de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, Luiz Odorico Monteiro de Andrade.

Setor da Saúde

Nesta entrevista à Rádio ONU após o encerramento de uma conferência da Organização Mundial da Saúde, no Rio de Janeiro, Luiz Odorico falou sobre a pressão enfrentada por trabalhadores em situações de crise.

“Países que estão enfrentando guerras, e crises profundas, são países que já têm como sintoma o aumento do suicídio. Isso é um determinante social. À medida que se reduz o emprego, salários, à medida que se entra em crise, o setor que mais prontamente vai sofrer com isso é o setor de saúde.”

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, uma em cada quatro pessoas sofrerá com uma desordem mental durante a vida.

Especialistas afirmam que enquanto alguns dos pacientes têm disposição para problemas mentais, por razões genéticas, outros não resistem à pressão do dia-a-dia e fatores externos como estresse.

*Reportagem: Unic-Rio.

 

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